"Estive olhando a "As crônicas de Nárnia e o príncipe Caspian", mas de nada ele me convenceu, minhas expectativas estavam muito além, já que adorei o primeiro filme da saga. Nada contra um rato com espada, mas nós não estamos no filme Shrek, nada contra feudalismo, mas nós não estamos em Rei Arthur, e por fim, nada contra Netuno ou Poseidon, mas não estamos em A Odisséia.
Falta de consistência na história, foi isso que eu senti, graças a inúmeras batalhas, o filme se tornou cansativo, tanto que na primeira vez que fui assisti-lo acabei pegando no sono nos momentos finais, por isso o assisti novamente no dia seguinte.
Mas o filme ainda tem seus pontos positivos, a magia de Nárnia ainda é a mesma, a trilha sonora é perfeita assim como o primeiro, as atuações de Skandar Keynes (Edmundo), William Moseley (Pedro), Anna Popplewell (Susana) e Georgie Henley (Lúcia) estão memoráveis, principalmente da pequena Lúcia.
Sinopse: O filme se passa um ano após os eventos do primeiro filme, os irmãos Pevensie: Susana, Pedro, Edmundo e Lúcia são chamados de volta para Nárnia. Para eles passou apenas um ano em nosso mundo, mas em Nárnia passaram-se mais de 1300 anos e tudo mudou. Nárnia foi dominada pelos telmarinos, liderados pelo rei Miraz que procura impedir que o herdeiro do trono, príncipe Caspian, de se tornar o seu sucessor. O príncipe então usa a trompa mágica de Susana para invocar a ajuda dos antigos reis e assim depois de várias batalhas devolver aos antigos habitantes de Nárnia o país que foi tomado pelos telmarinos. É impossivel estragar o filme contando as surpresas, ja que NÃO há surpresas. Nárnia jamais será a mesma.
Mateus Neiss Soares


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